A Deloitte realizou uma pesquisa sobre a popularidade das mídias e constatou que a TV deve ganhar 40 milhões de telespectadores ao longo de 2011. A consultoria diz que o meio vai "solidificar seus status atual de supermídia, contrariando profecias de iminente obsolescência" (causadas pela popularização da internet).
Cerca de 3,7 bilhões de pessoas assistirão a 140 bilhões de horas televisivas a mais do que em 2010. Isso dá uma média de 3 horas e 12 minutos diários de programação - marca bem superior aos 15 minutos dispensados com redes sociais.
De acordo com a Deloitte, cada norte-americano passa em média 33 minutos por dia navegando na internet. No Twitter, os programas televisivos continuarão à frente como assuntos mais comentados.
A manutenção da TV como preferida pelas pessoas faz com que ela permaneça também como queridinha dos anunciantes. As redes devem faturar US$ 191 bilhões com publicidade no mundo todo, US$ 10 bilhões a mais do que em 2010.
A TV paga também terá destaque, com crescimento superior a 20% nos países que compõem o Bric (Brasil, Rússia, Índia e China).
Quem se sairá mal, segundo a consultoria, é o jornal, que deve arrecadar US$ 93 bilhões - enquanto que, em 2007, o volume era de US$ 191 bilhões.
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